Desvendando os Mitos da Constelação Familiar Online: A Nova Tendência em Terapia

A constelação familiar tem sido alvo de vários mitos desde que os primeiros estudos sobre essa terapia de intervenção foram publicados. Neste artigo, vamos explorar os principais pontos de interesse sobre essa técnica e desmistificar algumas das mentiras que circulam pela internet. Prepare-se para desvendar os segredos da constelação familiar e descobrir como ela pode ajudar você. Continue lendo e saiba mais!

Mito #1: Ligação com Religião

Um equívoco comum é pensar que a constelação familiar está associada a alguma religião ou crença esotérica. Na verdade, essa técnica não tem relação com astrologia ou práticas religiosas, mas sim com uma terapia breve de intervenção. Se você deseja compreender melhor as três ordens dessa técnica, convido você a ler nosso post completo sobre o assunto clicando aqui. É importante ressaltar que a constelação familiar se baseia no conceito de campo morfogenético, popularizado em 1981, e busca alcançar a harmonia nas várias áreas da vida, desde o âmbito pessoal até o profissional e a saúde.

Mito #2: Apenas presencial –

Esse mito tem desencorajado muitas pessoas a buscar essa forma de terapia, pois acreditam que precisam sair de casa para encontrar um profissional. No entanto, a constelação familiar online é perfeitamente viável, uma vez que essa abordagem não se limita às fronteiras físicas, mas sim ao olhar. O campo trabalhado nessa terapia tem a capacidade de atravessar gerações, espaços e tempos. Portanto, se o foco está em questões que vão além das limitações de tempo e espaço, faz todo sentido que a constelação possa ser realizada com cada indivíduo em sua própria localidade.

Mito #3: Conhecimento prévio necessário –

Um dos mitos mais comuns sobre a constelação familiar é a ideia de que você precisa ter conhecimento prévio sobre o assunto para buscar um profissional. Assim como acontece ao procurar um terapeuta ou médico, o foco não está em compreender a técnica, mas sim em estar aberto para resolver e compreender os problemas que surgem. Portanto, não é necessário que você entenda o que é constelação.

Nas primeiras sessões, é comum que a Consteladora vá direto ao ponto, utilizando a entrevista inicial como direcionamento para o que será trabalhado. Dessa forma, é possível descobrir quais são os desafios e problemas que você está enfrentando, mesmo que eles não estejam claros em sua mente.

Mito #4: Grupo versus Individual –

Muitas vezes, ouvimos que a terapia deve ser uma jornada solitária e individual. Esse mito surgiu nos primeiros estudos sobre o tema, quando terapias como a psicologia clínica eram predominantemente individuais. No entanto, tanto a constelação familiar individual quanto em grupo podem trazer benefícios. Não existe uma abordagem melhor ou pior, mas sim a necessidade de garantir a sintonia adequada para obter resultados. Cada abordagem possui diferenças significativas, seja para facilitar a exposição em grupo ou evitar a sensação de ser avaliado. Portanto, você pode escolher o modelo que preferir e alcançar as respostas que busca.

Mito #5: Foco apenas no passado –

Embora a constelação familiar tenha suas raízes nos antepassados e em sua influência sobre as dinâmicas familiares, seu foco não se restringe ao passado. O objetivo principal é aumentar sua capacidade de perceber, compreender e resolver questões de diversas naturezas, para que seu presente e futuro sejam mais promissores e equilibrados. É natural que sejam discutidos os antepassados e sua relação com o sistema familiar atual durante o processo terapêutico. No entanto, o foco está em como essa história impacta você no aqui e agora. Somente ao compreender e dar sentido às suas histórias, é possível resolver conflitos, evitar repetições de padrões e encontrar a cura contínua.

Mito #6: Perigo envolvido –

Após algumas discussões sobre abordagens terapêuticas alternativas, o Conselho Federal de Psicologia não reconheceu oficialmente a constelação familiar como uma abordagem psicológica. No entanto, ela é considerada dentro do âmbito das terapias energéticas, ela utiliza uma abordagem fenomenológica, onde é estudado o fenômeno que acontece no campo sem julgamento, ou pretensão e é importante procurar profissionais qualificados nessa área, assim como qualquer outra abordagem psicológica. Assim como você busca um oftalmologista certificado para cuidar dos seus olhos, é essencial considerar a qualificação e experiência da Consteladora para garantir um processo seguro e eficaz.

A constelação familiar não é uma pseudociência, mas sim uma abordagem filosófica baseada na fenomenologia. Se você tiver mais dúvidas, confira nossos outros posts e siga nossas redes sociais para se manter atualizado, tirar dúvidas e dar o primeiro passo em direção à mudança. Essa prática pode ajudá-lo a ter uma vida futura mais tranquila, feliz, a otimizar seu tempo, melhorar seus relacionamentos e impulsionar seu desenvolvimento.

Conclusão

A constelação familiar online está rompendo mitos e se tornando a nova tendência em terapia. Não está ligada a nenhuma religião, pode ser realizada a distância, não exige conhecimento prévio, pode ser feita tanto em grupo quanto individualmente e não se limita apenas ao passado. Embora seja importante buscar profissionais qualificados, a constelação familiar não é perigosa quando conduzida corretamente. Ao adotar essa abordagem, você poderá encontrar respostas, superar desafios e alcançar uma vida mais equilibrada e satisfatória.

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